4 Lições da Cultura Pop para Análise de Dados.
- Tauana Lelis

- 9 de mar.
- 2 min de leitura

Essa palestra do Rafa Andreatta, sem dúvida, foi uma das melhores palestras que vi no HackTown 2024 em termos de: didática, retenção da atenção e estratégia educacional.
E é isso que quero compartilhar com vocês!
Trouxe as minhas 4 lições das lições da cultura pop! 😉

𝗗𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗱𝗶𝗿𝗲𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗿 𝗮 𝗽𝗮𝗹𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮
Logo na abertura, ele usou o Mentimeter para levantar alguns dados demográficos, perguntando desde "Marvel VS DC" até outros conhecimentos. Ele utilizou essas informações para direcionar a palestra de maneira mais personalizada e envolvente. (simples assim, mas pq raios a gente não faz? 🤷♀️ )

𝗖𝗼𝗿𝗿𝗲𝗹𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲ú𝗱𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗹𝗲𝘅𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗶𝘁𝗲𝗻𝘀 𝗱𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝗮 𝗱𝗶𝗮
Conforme ele ia explicando coisas como a distribuição da equipe, papéis e responsabilidades, Rafael trazia referências da cultura pop.
Por exemplo: em Naruto, temos o Naruto que usa Ninjutsu, o Rock Lee que usa Taijutsu e os Uchiha que dominam o Genjutsu. Cada um com sua especialidade.
No mundo dos dados, é a mesma coisa: temos a ciência da computação, a matemática e os negócios.
Se você só tiver uma pessoa (uma “euquipe”) a coisa pode não funcionar tão bem:
- 𝘊𝘪ê𝘯𝘤𝘪𝘢 𝘥𝘢 𝘊𝘰𝘮𝘱𝘶𝘵𝘢çã𝘰: Adora um desafio, então vai gastar muito tempo só com um problema e esquecer do resto.
- 𝘔𝘢𝘵𝘦𝘮á𝘵𝘪𝘤𝘢: Vai ter um monte de insights, mas sem contexto, não adianta nada.
- 𝘕𝘦𝘨ó𝘤𝘪𝘰𝘴: Bem, não faz nada sem os dois outros.

𝗜𝗻𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝗱𝗼 | 𝗾𝘂𝗲𝗯𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗰𝘁𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮
Em um determinado momento, enquanto fazia as correlações, Rafael trouxe o conceito de "desapegar" dos dados. E vamos combinar, isso é bem difícil para o time de dados... "Desapega, porque eles são de todos".
Para ilustrar isso na cultura pop, ele usou Game of Thrones.
Enquanto passava um vídeo de uns 5s na tela, ele rapidamente saiu do palco e colocou a capa do Jon Snow. Obviamente ninguém esperava por isso...
Ele fez isso em uma sequencia de conteúdos, trocando rapidamente e explicando o porque.
Ele fez isso em uma sequência de conteúdos, trocando de roupa rapidinho e explicando o porquê. Até que, em uma referência (acho que era o Batman), ele entra com a orelha do Sansão (outra quebra de expectativa), na explicação ele trouxe que queria um herói brasileiro.

𝗧𝗿𝗼𝗰𝗮 𝗱𝗲 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝘁𝗼𝘀
Durante a palestra, ele variou entre indagações, piadas, interações, troca de roupas e slides, mantendo a audiência sempre engajada. Essa dinâmica fez com que as pessoas prestassem atenção no conteúdo e vibrassem durante toda a apresentação.
Falar de dados, poderia ser chato. Mas não foi...
Nem tudo precisa ser chato...



Comentários